quinta-feira, 26 de julho de 2012
Contra factos....
Pequenas coisas como o facto de trazer o teu cheiro comigo para casa, fazem-me ter a certeza que ´"isto" é definitivamente muito mais do que estava à espera no inicio. Gosto disso <
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Coisas sobre mim
Sou doce e lutadora ao mesmo tempo.
Meio menina. Meio mulher.
Gosto de coca-cola com muito gelo e limão.
Sou perdida por gomas e chupa-chups de melância.
Tenho a mania de partir a meio os pacotinhos de açucar apesar de não nem metade no café.
Gosto de sol e de praia e do cheiro a protetor solar.
Consigo ser demasido desconfiada, não sei se por me terem passado a perna umas quantas vezes ao longo da vida se é mesmo defeito de fabrico.
Amo cerejas e consigo "deslembrar" quando começo a comer.
Sou uma despistada crónica que só não perde a cabeça porque anda com ela presa ao corpo.
Gosto do cheiro que fica na minha roupa depois de abraçar alguèm especial.
Sou uma tagarela inveterada.(mas lá dizem, as conversas são como as cerejas e assim sendo, está explicado).
Gosto do cheiro a mar e ver o por-do-sol na praia.
Tenho a mania de ler as revistas de trás para a frente e de espreitar sempre a última frase de um livro antes de o comprar.
Sou meio doida. Meio avariada.
Levo a vida com um sorriso no rosto e isso torna tudo muito mais fácil
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quarta-feira, 18 de julho de 2012
Deste nada que é tudo
Dou
comigo a sentir a tua falta. Muito mais do que seria desejável. Dou comigo a
adormecer noites a fio e a ter-te a ti como último pensamento.
Dou
comigo a sentir necessidade de te ver todos os dias. De continuar a meter
conversa e a picar-te. Dou comigo a pensar que esta situação me consome por ter
que secreta.
Dou
comigo a querer que mudasse. Que pudesse ser livre. Que pudesse ser demonstrado.
Dou comigo a desejar que púdessemos dar as mãos sem ser às escondidas ou quando
os nossos amigos não estão a ver. Dou comigo a desejar que nos pudessemos
simplesmente abraçar. Dar beijinhos. Ser o que somos um com o outro e não ter
que dar explicações.
Temos
tudo e não temo nada ao mesmo tempo. Picamo-nos. Rimos. Olhamo-nos ( e quanta
intensidade existe nesse olhar). Sentimos o cheiro um do outro. Tocamo-nos de
fugida para matar saudade...
Começa
a não chegar. Tudo isso começa a não chegar. Se calhar sou demasiado exigente,
não sei.
Mas
acho que já não tenho idade para isto. Não tenho nada a esconder. Não fiz (não
fizemos) nada de mal. Não me queria esconder, mas escondo.. Escondo porque gosto
de ti. Porque me preocupo. Porque te quero bem.
Mas dou
comigo a pensar...se alguma dia este meu maldito karma de complicar o que é
simples, irá simplesmente acabar.
Até lá
continuo a deixar-me ir. Continuo a fugir para ir ter contigo em encontros
secretos que me disparam o coração. Continuo a olhar-te nas noites em que
saimos, com aquele olhar que diz tudo. Continuamos a sentar-nos lado a ladopara
satisfazer o olfacto, para num discreto roçar de mãos conseguirmos aquecer a
alma. Continuamos assim.. neste tudo. Neste nada. Nesta qualquer coisa que não
sei o que é. Nesta qualquer cosia que aquece. Que faz sentir falta. Que faz
disparar o coração. Querer estar junto. Nesta qualquer coisa que me faz querer
passar a eternidade no aconchego de um abraço...
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segunda-feira, 16 de julho de 2012
Coisas que me fazem feliz
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sábado, 14 de julho de 2012
E sei que estou mesmo muito mal quando ´quero muito abraçar alguém só para sentir o seu cheiro...
A vida tem-me ensinado a não me atirar de cabeça. A esperar para ver. A pedir gestos e provas em vez de palavras que tanta vez valem zero. A vida tem-me ensinado que muitas vezes as pessoas fazem uma coisa e pensam outra. Dizem uma e sentem uma qualquer outra porcaria completamente diferente. A vida ensinou-me a esperar para ver...
Sim, mudei. Já o disse várias vezes. As experiências por que passei fizeram-me refrear. Fizeram-me nunca saber se devo acreditar ou não. Ensinaram-me a calar o coração quando ele só quer saltar peito fora por ver determinada pessoa. As experiências por que já passei fizeram-me começar a sentir medo da vulnerabilidade com que ficamos quando nos apaixonamos.
São as saudades. O queres estar junto só para sentir o cheiro. O perdermo-nos a ouvir o outro falar O coração que dispara ao mínimo toque. O pensamento que está preso no outro alguém horas a fio. O perdermo-nos num olhar...ficamos "estúpidos". Quando me apaixono fico assim meio aparvalhada, sensível a tudo aquilo que não devia...
Entrego-me de corpo e alma e lá se quebra a promessa do "não vou voltar a passar pelo mesmo"... Entrego-me e fico vulnerável novamente. Perco-me num outro alguém e deixo-me ir. Gosto de uma maneira que não devia ser permitida. Deixo-me ir até que a realidade me acorde novamente... não gosto disto! Não gosto de estar vulnerável desta maneira
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