segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Destes momentos que eu gosto tanto


Sol. Calor. Esplanada catita. Amigos. Boa conversa. Risada. Disparates. Minis e caracóis. E eis que se arma o cenário perfeito para uma tarde bem passada


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Coffe to force myself to stay awake

Ando a alimentar-me à base de café para me conseguir manter em pé. As noites perdidas consecutivamente a trabalhar andam a egotar-me. Sinto a energia a esvaziar-se a uma forma anormal do meu corpo. Ontem fiz turno duplo e para conseguir manter os olhos abertos tive que engolir 5 cafés e mesmo assim cheguei a casa, mandei-me para cima do sofá e aterrei até às 5 horas da tarde.
Já me sinto meia morceguino, vivo de noite, durmo de dia, a claridade fere-me os olhos, ando por ai quase a levitar.. enfim, ando a modos que a ressacar com falta de sono, parece-me que quando se acabarem as noites que tenho para fazer este mês hiberno uns cinco dias..
É que ainda por cima é Verão, está calor, noites boas, os amigos estão de férias, convidam para cafés e caracoladas e noites loucas por ai e a camela trabalha, trabalhaa, trabalhaaaa... Não há direito.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Contra factos....






Pequenas coisas como o facto de trazer o teu cheiro comigo para casa, fazem-me ter a certeza que ´"isto" é definitivamente muito mais do que estava à espera no inicio. Gosto disso <

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Coisas sobre mim


Sou doce e lutadora ao mesmo tempo.
Meio menina. Meio mulher.
Gosto de coca-cola com muito gelo e limão.
Sou perdida por gomas e chupa-chups de melância.
Tenho a mania de partir a meio os pacotinhos de açucar apesar de não nem metade no café.
Gosto de sol e de praia e do cheiro a protetor solar.
Consigo ser demasido desconfiada, não sei se por me terem passado a perna umas quantas vezes ao longo da vida se é mesmo defeito de fabrico.
Amo cerejas e consigo "deslembrar" quando começo a comer.
Sou uma despistada crónica que só não perde a cabeça porque anda com ela presa ao corpo.
Gosto do cheiro que fica na minha roupa depois de abraçar alguèm especial.
Sou uma tagarela inveterada.(mas lá dizem, as conversas são como as cerejas e assim sendo, está explicado).
Gosto do cheiro a mar e ver o por-do-sol na praia.
Tenho a mania de ler as revistas de trás para a frente e de espreitar sempre a última frase de um livro antes de o comprar.
Sou meio doida. Meio avariada.
Levo a vida com um sorriso no rosto e isso torna tudo muito mais fácil

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Deste nada que é tudo

 
 
 
Dou comigo a sentir a tua falta. Muito mais do que seria desejável. Dou comigo a adormecer noites a fio e a ter-te a ti como último pensamento.
Dou comigo a sentir necessidade de te ver todos os dias. De continuar a meter conversa e a picar-te. Dou comigo a pensar que esta situação me consome por ter que secreta.
Dou comigo a querer que mudasse. Que pudesse ser livre. Que pudesse ser demonstrado. Dou comigo a desejar que púdessemos dar as mãos sem ser às escondidas ou quando os nossos amigos não estão a ver. Dou comigo a desejar que nos pudessemos simplesmente abraçar. Dar beijinhos. Ser o que somos um com o outro e não ter que dar explicações. 
Temos tudo e não temo nada ao mesmo tempo. Picamo-nos. Rimos. Olhamo-nos ( e quanta intensidade existe nesse olhar). Sentimos o cheiro um do outro. Tocamo-nos de fugida para matar saudade...
Começa a não chegar. Tudo isso começa a não chegar. Se calhar sou demasiado exigente, não sei.
Mas acho que já não tenho idade para isto. Não tenho nada a esconder. Não fiz (não fizemos) nada de mal. Não me queria esconder, mas escondo.. Escondo porque gosto de ti. Porque me preocupo. Porque te quero bem.
Mas dou comigo a pensar...se alguma dia este meu maldito karma de complicar o que é simples, irá simplesmente acabar.
Até lá continuo a deixar-me ir. Continuo a fugir para ir ter contigo em encontros secretos que me disparam o coração. Continuo a olhar-te nas noites em que saimos, com aquele olhar que diz tudo. Continuamos a sentar-nos lado a ladopara satisfazer o olfacto, para num discreto roçar de mãos conseguirmos aquecer a alma. Continuamos assim.. neste tudo. Neste nada. Nesta qualquer coisa que não sei o que é. Nesta qualquer cosia que aquece. Que faz sentir falta. Que faz disparar o coração. Querer estar junto. Nesta qualquer coisa que me faz querer passar a eternidade no aconchego de um abraço...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

sábado, 14 de julho de 2012

E sei que estou mesmo muito mal quando ´quero muito abraçar alguém só para sentir o seu cheiro...






A vida tem-me ensinado a não me atirar de cabeça. A esperar para ver. A pedir gestos e provas em vez de palavras que tanta vez valem zero. A vida tem-me ensinado que muitas vezes as pessoas fazem uma coisa e pensam outra. Dizem uma e sentem uma qualquer outra porcaria completamente diferente. A vida ensinou-me a esperar para ver...
Sim, mudei. Já o disse várias vezes. As experiências por que passei fizeram-me refrear. Fizeram-me nunca saber se devo acreditar ou não. Ensinaram-me a calar o coração quando ele só quer saltar peito fora por ver determinada pessoa. As experiências por que já passei fizeram-me começar a sentir medo da vulnerabilidade com que ficamos quando nos apaixonamos.
São as saudades. O queres estar junto só para sentir o cheiro. O perdermo-nos a ouvir o outro falar O coração que dispara ao mínimo toque. O pensamento que está preso no outro alguém horas a fio. O perdermo-nos num olhar...ficamos "estúpidos". Quando me apaixono fico assim meio aparvalhada, sensível a tudo aquilo que não devia...
Entrego-me de corpo e alma e lá se quebra a promessa do "não vou voltar a passar pelo mesmo"... Entrego-me e fico vulnerável novamente. Perco-me num outro alguém e deixo-me ir. Gosto de uma maneira que não devia ser permitida. Deixo-me ir até que a realidade me acorde novamente... não gosto disto! Não gosto de estar vulnerável desta maneira

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Se desejamos alguma coisa..devemos lutar por ela!



Existem pessoas que são perdedoras por natureza. São fracas. Desistentes. Há quem desista de lutar à mínima dificuldade. Ao mínimo obstáculo. Desistem, se calhar, porque têm medo de arriscar. Porque têm medo de tentar e falharem. Se desistem à partida, como sabem se teriam sucesso. Como sabem como iria acabar? Se não aceitam a chance, o fim fica sempre em aberto, e com as reticencias vêm os "ses". SE eu tivesse tentado. SE eu tivesse feito. SE eu tivesse arriscado. Mas os "ses" não adiantam, porque não podemos voltar atrás... Então porque desistir? Porque parar de lutar? Se queremos uma coisa temos que correr atrás dela porque concerteza não nos vai cair no colo num qualquer serão no sofá. Se queremos realmente uma coisa não devemos virar-lhe costas. Não nos devemos recusar a ver o que está ali ao alcance da nossa mão...
Por isso se realmente desejamos uma coisa, devemos lutar por ela, lutar até que não existam mais forças em vez de simplesmente corrermos no sentido oposto. Fugir é para os cobardes. Quanto a mim, bom eu não quero ser cobarde..

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Love that is true, never grows old



Dizem que o amor se transforma. Que fica mais maduro. Que com o passar do tempo deixa de ser aquele sentimento desenfreado que se sentia no inicio...Pode até ser verdade, aliás tem lógica que seja. No inicio o amor é explosivo, é avassalador..com o tempo cresce, solidifica, e esse frenesim inicial pode até diminuir. Contudo um amor que seja verdadeiro não morre. Um amor verdadeiro não diminui porque o borracho que conhecemos aos vinte anos ganhou umas formas mais arredondadas. Um amor verdadeiro não morre apenas porque se chegou aos quarenta e toda aquela necessidade de contacto corpo a corpo reduziu Um amor que é verdadeiro não diminui apenas porque ficamos com rugas espalhadas aqui e ali. Um amor que é verdadeiro há-de ficar sempre jovem. Há-de ter sempre aquela frescura. Um amor que é verdadeiro acompanha-nos a vida toda, com altos e baixos, fases boas e más, alturas mais intensas que outras..Mas um amor que é verdadeiro jamais fica velho, jamais se encarquilha, já mais de desgasta....

domingo, 23 de outubro de 2011

Será que o tempo muda as pessoas!?



Dizem que o tempo muda as pessoas. Não sei até que ponto isso é mesmo verdade, é como se diz em bom Português, "burro velho não aprende línguas"... Eu acho que é mais ou menos isso. Quem passa 20, 30 anos da sua vida a ser de determinada maneira não vai mudar de um dia para o outro. A menos que algo de verdadeiramente drástico se tenha passado na sua vida e o faça repensar toda a sua forma de estar e de ser. Mas mesmo assim... acho difícil alguém consegui mudar dessa forma. O tempo pode limar uma ou outra aresta. Pode amenizar uma ou outra característica mais rude, mas não altera a sua essência. Acho que é mais ou menos o que se passa com o mar a bater nas rochas. Vai desgastando e desgastando, mas não faz com que elas desapareçam, transforma-as em areia..ou seja, altera a sua forma, a sua aparência mas não o que são na sua constituição...
Acho que é o que passa com as pessoas. O tempo altera a imagem, pintalga-nos com uma ruga aqui e outra ali, dá-nos experiência e ensina-nos a sermos mais controlados, mais racionais...mas o tempo jamais apaga os traços fundamentais da nossa personalidade, já mais apaga as nossas características, se assim fosse era como varias partes de nós se perdessem com o passar dos anos..